Ganhamos a Batalha, Não a Guerra!

Nessa matéria trouxe a tona um debate sobre codigo e comunidade, o cerne atacado na matéria, é a subdivisão extensiva e obsessiva, pela briga de egos de técnicos que querem ser os próximos Peter Punks da vida, a divisão dos projetos novos pequenos que surgem que nunca haverão de ganhar o espaço do que havia antes, e sim deixar uma brecha para que seja explorada por empresas de má-fé, e não to falando apenas da Janela.

Sinceramente, concordo discordando da afirmação, eu não acho que os vários sabores de Gnu/Linux são um problema, pois o que muda é só a a fusão de software por cima de uma distro mãe, então, que venha a distro “zé xinbinha da esquina” ou a distro “melhor cachorro quente de osasco”. Acredito que nossos maiores problemas são projetos de fornecedores de código que tentam, remover o que já existe para aquilo que na utopia da empresa é melhor; Aqui cito o Unity da Canonnical, que invés de colaborar com o fonte, quis ser dona de uma nova interface (claro que não podemos esquecer da estratégia de mercado deles que é até válida, mesma cara no celular, tablet e PC), mas não seria melhor, ter introduzido todo esse código dentro da comunidade? Criar uma versão Gnome Para mobile? Em minha ignorância, eu acredito que esse seria o melhor caminho.

Mas vamos lá, vocês acham que Distros Gnu/Linux é o problema?, Na minha visão não, o problema pra mim é o SYSTEMD, vamos agora causar fúria nos olhos do pessoal da Red-hat.

Sim estamos em um mundo capitalista, e em nosso modelo de comunidade, ninguém trabalha gratuitamente, mas sério, quem aqui acha que ter um banco de dados, salvando log em BLOB, é realmente útil?. Para mim é um exemplo de poder de uma empresa, com capital, agindo de má-fé, forçando o ideal dela (nossa igual a Canonnical, estou pasmo), empurrando goela abaixo das comunidades, afinal, não suportando outros Sistemas Operacionais, apenas Gnu/Linux, dividindo, dividindo, centralizando, controlando. Lembrem-se dos debates sobre o systemd, até colocaram assassinos pro desenvolvedor… sério, um projeto tão expansivo que parece outro sistema operacional dentro do sistema operacional…, um cado centralizador… até demais. E sim temos que ter uma alternativa atual para o SystemV, mas que não venha com óleo de cobra, e anzol, e isso aparenta ser o caso do SystemD, quando fisgarem, vai doer o beiço de muita gente.

Um grande projeto de sucesso ao meu ver, é o LibreOffice, por anos os desenvolvedores foram sufocados, as vezes até silenciados no antigo OpenOffice (BrOffice no Brasil), mas quando a Oracle comprou a Sun, a comunidade se mexeu, formando a TDF e o LibreOffice, que hoje faz 6 anos desse projeto, lindo, funcional, maravilhoso e glorioso (Fãn boy do LibreOffice Assumido!) , onde nem pode ser considerado um FORK, já que o projeto Original ficou até sem desenvolvedor, e a TDF nada abraços largos. A reposta da Oracle qual foi? Assumir que perdeu, e incentivar o LibreOffice? Não, ela simplesmente mantem o OpenOffice pela Apache Fundation

Estamos sim sufocador, vejo em novos companheiros de trabalho, que toda a filosofia do Gnu vem desparecendo, e apenas o OpenSource é levado em conta. Chegamos ao ponto, que projetos de Software Livre, ficarão tão bons, tão foda, tão maravilhoso, que as empresas abraçaram a causa, e toda empresa por sua natureza é controladora, elas nos empregaram, depois nos limitam no que podemos trabalhar, nos dizem como devemos trabalhar.

Agora, o próximo passo é travar uma batalha para sufocar o grito filosófico dos projeto,s abraçando o OpenSouce e esquecendo do SoftwareLivre, e formando profissionais com essa visão, estão atacando na formação de profissionais, para na frente darem o bote e tentarem de novo proprietarizar (essa palavra existe? ) novamente, de uma maneira suave e sem conflito, afinal, todos temos que pagar nossas contas (visão do fim do mundo de um paranoico, leve em consideração se for paranoico tambem).

O SoftwareLivre venceu a batalha, e agora as empresas que perderam, vão em técnica de gerrilha minar a estrutura do SoftwareLivre, e sua principal arma é o OpenSource.

E se você, tem duvida, que o software livre ganhou, estamos em época de Linux em Janela, de BASH na JANELA, até com AWK.

 

Link que vale a pena

https://openoffice.apache.org/get-involved.html

http://www.libreoffice.org/community/get-involved/

http://www.pcworld.com/article/2841873/meet-systemd-the-controversial-project-taking-over-a-linux-distro-near-you.html

https://wiki.debian.org/Debate/initsystem/systemd

Atheros

Atheros-Shit

Estamos aqui para, novamente enfrentar mais um problema Classico e velho do Software LIvre, os malditos driver proprietários… Opa mas espera antes de vocês reclamarem, o problema NUNCA será o software livre, e sim a propriedade de sobre o software que impede que as coisas funcionem claramente no Linux, por muito tempo tivemos problemas com os Drivers da BROADCOM, (eu mesmo aprendi a compilar o driver e arrumar o fonte pra funcionar em kernels atuais), poré depois da Brodcom ter estabilizado, o que nossa fornecedora de noteboks DELL apronta?? Muda o driver pra porcaria da Artheros, que vai saber o porque, essa empresa MUI solicita, nem disponibiliza o fonte para compilar, e quando vamos no site , dessa empresa MUI amiga, claramente ela diz “Não distribuimos os drivers, ele vai junto com compra do equipamento e blablabl”… Que em bom português chulo de buteco é… “FODAM-SE VOCES que gostam de liberdade, tamo cagando proceis”. Mas como nem tudo esta perdido, exite um capeão, Fabian Olesen que vems pra nos salvar, e disponibiliza os binarios funcionais em seu site GIT. Então vamos pao procedimento KIBADO do fórum do ArchLinux que por sua vez foi Kibado de um fórum do Ubuntu.

Resumo do procedimento: Basta renomear e criar um diretorio, copiar os driver pra dentro , dar permissão de execução e ser feliz.

  1.  #cd /lib/firmware/ath10k/QCA6174/hw3.0/
  2.  #mv hw3.0/ hw3.0_old
  3.  #mkdir hw3.0
  4.  #wget https://github.com/FireWalkerX/ath10k-f … n?raw=true
  5.  #mv <Nome estranho que o arquivo pode vir > board-2.bin
  6.  #wget https://github.com/FireWalkerX/ath10k-f … n?raw=true
  7.  #mv <Nome estranho que o arquivo pode vir > firmware-4.bin

Hoje no dia Sex Jun 17 21:51:31 BRT 2016 tive que adicionar mais uma cosita , fiz uma copia do arquivos sem o -bin ficou assim:

board-2.bin  board.bin  firmware-4.bin  firmware.bin

  1. #chmod +x *
  2. #reboot
  3. #pacman -S be-happy (Isso é zueira)

Ps: m eu sistema Linux alice-work 4.6.2-1-ARCH #1 SMP PREEMPT Wed Jun 8 08:40:59 CEST 2016 x86_64 GNU/Linux

Kibado daqui: https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=208874

 

PS: apos atualização de kernel, o placa parou de funcionar, então segue os passos que fiz pra voltar a funfar.

————————- Atualização 16/08/2016——————————————————–

Clonei todo o o git do kvalo, baixei no modo noob via HTTP mesmo, descompactei em qualquer lugar do meu host, então, renomeei todo diretorio ath

#mv  /lib/firmware/ath10k/  /lib/firmware/ath10k_naoescaneia/

copiei todo diretorio do kavalo pra ath

#cp -rvf /home/ltardochi/Downloads/ATH/ath10k-firmware-master_kavalo/  /lib/firmware/ath10k

#chmod 775 -R /lib/firmware/ath10k

E ai minha wireless passou a funcionar, nota importante é que eu tambem instalei um pacote pacman -S crda

Bom fica a dica ae,  tentei sem instalar o pacote se não funcionar instale o pacote e descompente a opção do BR no arquivo de conf
#vim /etc/conf.d/wireless-regdom

Dae passou a funfar saporra!

 

ps; Kibado daqui: https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=204871

Libreoffice 4.1 no Kde

Ola ola ola, to devendo coisa pra caramba para o blog hehe.

Mas vamos lá uma dica rápida de Debian7 KDE e libreoffice, da sempre problema quando queremos a ultima versão do libreoffice no nosso Debian, conseguimos instalar o dpkg mas quando levantamos o Libreoffie ele fica… todo zuado.

Para resolver isso, basta remover o ~./config/libreoffice e iniciar novamente, e com isso o libreoffice fica de aparencia mais mió de boa.

Outra dica pra KDE, é, que o libreoffice 4.1 normalmente não inicia do menu, para solucionar isso, basta remover o %U do lançador no menu do kde (botao direito no menuk, editar aplicativos) e pronto.

Vamos mantendo tudo com dica pequena até tomar vergonha na cara e escrever algo descente=P

Broadcom Patchs

Ok pessoal, ja venho sofrendo a um bom tempo com minha placa broadcom, achei na internet alguns patchs que resolvem o problema, JURO que to a mais de 30 minutos tentando achar a fonte de onde peguei os driver, como não achei vou disponibilizar eles aqui, depois, se um dia por ventura eu encontrar, referencio o cara que vez os patchs pois me ajudou muito.

Dentro do tar tem um descritivo de como aplicar os patchs, depois só seguir o procedimento do próprio driver da brodcom.

Pegue o patch Aqui:
broadcom_patch

Tomcat VirtualHost

Nesse tutorial, vamos fazer o apache responder virtualhost como se fosse o apache rodando a porta 80. Pula a abobrinha e vai pros código.

Convenção:

ip = 192.168.43.188 (imaginário)
aplicacao = nome de uma aplicação no tomcat
www.dominio.com.br = Dominio que queremos que ele atenda
Versão do tomcat: 7.0
versao do java: 1.6.0_25
SO: Debian Squeeze
CATALINA_HOME=pasta do tomcat gÊnio gÊno
DNS/hosts = já configurado trocando o ip pelo domínio (hosts no Gnu/Linux /etc/hosts no windows tem lá no /windows/blablablaablabla se vira MUW)

Pra configurar essa badega, primeiro entenda a estrutura do webapss.
Todo tomcat tem configurado o webapps no localhost, ou seja quando acessamos o 192.168.43.188:8080 aparece aquela parte administrativa. Normalmente quando a gente tem uma aplicação, a gente extrai ela dentro do webapps, e acessamos com a url 192.168.43.188:8080/aplicacao, funciona bem, normalmente colocamos o apache para responder o dominio e fazemos um redir ou usamos iptables fica a cargo de cada um.
Mas e se no servidor, só tivermos o tomcat? fica legal ter mais de um serviço? vale a pena se preocupar com regra de iptables? na minha opinião… não :).

Então chega de papo e mãos a obra.
Primeira coisa, configurar o tomcat para usar a porta 80, parece que em Ubuntu/RedHat e outros, ha uns problemas com isso como não uso essas distros, desconheço, se alguem tiver esse problema e ja souber a solução, manda a informação pra nóis ai mano (serverjeiro@serverjeiro.com.br ou deixe comentário no blog

Pulando abobrinha

vim $CATALINA_HOME/conf/server.xml

 

Altere o conteudo

<Connector port="8080" protocol="HTTP/1.1"
connectionTimeout="20000"
redirectPort="8443" />

 

Para

<Connector port="80" protocol="HTTP/1.1"
connectionTimeout="20000"
redirectPort="8443" />

 

Restarte o tomcat e pronto, ele vai estar na porta 80 (Caso você seja um gÊnio gÊno da informática e tentar levantar o tomcat na porta 80 com o apache rodando…. me faça um favor, vá administrar servidores windows, seu MUW desgraçado ¬¬, obrigado :)
Agora o pulo do gato, configurar o VirtualHost direto no tomcat.
Adicione a seguinte linha no seu serer xml, dentro da configuração da ENGINE (pode por em cima do localhost caso tenha duvida)

<Host appBase="aplicacao" name="www.dominio.com.br"/>

print do server xml

Lembra que o webapps é a raiz?? deu uma analisada no localhost? “<Host name=”localhost” appBase=”webapps” unpackWARs=”true” autoDeploy=”true”> “.
Não né, mas então, agora crie dentro de sua $CATALINA_HOME a pasta da sua aplicação e a pasta ROOT. Demorei pra descobrir que é na pasta root que fica sua aplicação (no meu caso site)

mkdir -p $CATALINA_HOME/aplicacao/ROOT

 

O root é onde vai a aplicação por exemplo, não conheço a fundo a estrutura do TOMCAT suficiente para dar uma explicação descente, e também to com preguiça de pesquisar, isso é um wiki e toda ajuda é bem vinda caso alguém saiba, ja sabe email pra serverjeiro@serverjeiro.com.br ou deixe um comentário

E pronto, a coisa esta feita e apenas com tomcat.
Dica extra pra otimizar:
adicione essas linhas na engine do Conector
de

<Connector port="80" protocol="HTTP/1.1"
connectionTimeout="20000"
redirectPort="8443" />

 

para

<Connector port="80" protocol="HTTP/1.1"
connectionTimeout="20000"
redirectPort="8443" compressionMinSize="2048" noCompressionUserAgents="gozilla, traviata"
compressableMimeType="text/html,text/xml,text/plain,application/javascript,application/json" />

 

Nota isso também esta publicado no Wiki, só que sem imagem, se desejar : Link para wiki.Serverjeiro

MUW = Maldito Usuário de Windows

referencia:

http://tomcat.apache.org/tomcat-7.0-doc/virtual-hosting-howto.html

update-alternatives

update-alternatives – mantem um link simbólico para comandos que deseja como padrão nas distribuições debians e seus filhos, imagine que você possui em seu computador vários navegadores, mas quer que por padrão seja executando o navegador X, vc cria um link no alternatives apontando para o navegador X ou altera o existente.

Todos esses links padrões são encontrados no caminho

  • /etc/alternatives/

A vantagem desse sistema do Debian, é a facilidade da escolha de um editor / navegador ; o padrão que deseja entre tantos outros softwares variados que tem a mesma finalidade.

Se der um ls em /etc/alternatives irá encontrar informações do tipo:

ps: Clique nas fotos para melhor visualização do conteudo

Cada link simbolico define o programa padrão, e se executarmos o comando update-alternatives –display x-www-browser mostra as opções par ao link como se fosse um grupo e quais as opções para ele.

já o – – query vai mostrar a informação bem mais reduzida

Ja o list vai listar apenas as opções :)

E o mais divertido é o config onde você vai pode altear o link.. e pronto o lnk vai estar apontado par ao iceweasel ao invés do epiphany

Veja aqui o query alterado:

Não vou abordar a instalação um porque não entendi direito 2 porque nunca precisei usar :), mas tá ai lembrando que o update-alternatives é par ao Debian e seus filhotes :), caso alguém saiba usar bem o install faça as graças :) que depois altero com a contribuição.

Referencia: man update-alternatives (da o comando no terrminal)

http://www.debian.org/doc/FAQ/ch-customizing.en.html

 

Dica VIM para Debian

Ola a todos, para sanar o problema (demora/preguiça/procrastinação/vicionowii) vou tentar postar dicas e algumas coisas bacanas do meu dia a dia. Como a idéia do blo é um repositório de conhecimento nada mais justo. (obs: esse wordpress tem mais atualização que (@#(!#*@#).

Sou  usuário de Debian, no meu trabalho utilizo Slackware o que sempre me deixou curioso é que aprendi a usar o VIM, no slack e ao instalar ele no debian  para ser meu editor padrão percebi que  no debian não tem cores :/ que ajuda bastante a vida na hora de ditar um arquivo de configuração.

Uns minutos no google e encontrei o que tenho que fazer.

primeiro instale o pacote

aptitude install vim / apt-get install vim

após isso, basta editar o arquivo vimrc

vim /usr/share/vim/vimrc

no arquivo de configuração procure pela linha “syntax on e remova o ” , salve e saia, pronto o seu vim estará com cores.
Mas não é so isso, o bacana desse arquivo que serve para colocar parametros para o seu vim, sabe o set number? que aparece as linhas? basta colocalo no arquivo (de preferencia onde estão todos set numbers para não se perder)

set number

E ai so descobrir os parametros do vim que achar interessante e ir colocando nesse arquivo.
Minha dica é, o VIM é um editor fantástico, a gente que usa pouco (inclua-me no meio) e temos preguiça de descobrir seus parâmetros e dominar um pouco mais a ferramenta e se torna nosso calcanhar de aquiles :/.

Aqui um material bacana sobre o vim http://aurelio.net/vim/ .

Abaixo a tela do meu vim no debian
Vim no Debian